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	<title>Hotel da Montanha &#8211; &quot;Back to Nature&quot;</title>
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	<description>O Hotel da Montanha está situado na bela vila de Pedrogão Pequeno, itinerário importante e de paragem obrigatória para quem faz a mítica N2, no centro da Rede das Aldeias do Xisto, centro de Portugal. No cume do Monte de Nossa Senhora da Confiança, o Hotel estende o seu horizonte para o Rio Zêzere e para a espectacular beleza natural da região.</description>
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	<title>Hotel da Montanha &#8211; &quot;Back to Nature&quot;</title>
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		<title>História Ponte Filipina em Pedrogão Pequeno</title>
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		<pubDate>Thu, 18 May 2023 13:14:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Ponte Filipina em Pedrógão Pequeno é uma ponte histórica localizada no concelho de Sertã, em Portugal. A ponte foi construída no século XVII durante o reinado de Filipe III de Espanha, que também governou Portugal como Filipe II. A ponte foi construída para facilitar a passagem de pessoas e mercadorias sobre o Rio Zêzere, [&#8230;]]]></description>
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									<p>A Ponte Filipina em Pedrógão Pequeno é uma ponte histórica localizada no concelho de Sertã, em Portugal. A ponte foi construída no século XVII durante o reinado de Filipe III de Espanha, que também governou Portugal como Filipe II. A ponte foi construída para facilitar a passagem de pessoas e mercadorias sobre o Rio Zêzere, que corta a vila de Pedrógão Pequeno.</p><p>A Ponte Filipina é composta por quatro arcos de pedra e possui um tabuleiro pavimentado com lajes de granito. A estrutura da ponte é sólida e resistente, suportando o tráfego de veículos pesados durante muitos anos. A sua construção foi um importante marco na história da região, pois permitiu uma melhor ligação entre as duas margens do rio, facilitando o transporte de bens e pessoas.</p><p>Ao longo dos séculos, a Ponte Filipina em Pedrógão Pequeno sofreu várias intervenções de restauro e conservação para preservar a sua estrutura original. Hoje em dia, é um dos principais pontos turísticos da região e um símbolo da história e da cultura local.</p>								</div>
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		<title>Venha conhecer o Rio Zêzere</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Aug 2022 13:12:00 +0000</pubDate>
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									<p>Começando na Serra da Estrela e terminando no Tejo, em Constância, o Rio Zêzere conta com cerca de 1900m de altura e 242km de comprimento, sendo o segundo maior rio exclusivo de Portugal. Este começa na Beira Alta, corre pela Beira Baixa e termina no Ribatejo, acompanhando as margens das montanhas onde ficam as Aldeias do Xisto, sendo abrangidas pelo rio as aldeias de Álvaro, Barroca, Janeiro de Baixo, Janeiro de Cima, Mosteiro e Pedrógão Pequeno. Entre as aldeias de Janeiro de Cima e Álvaro, o Zêzere deixa de ser considerado rio e passa á calmaria de Albufeira (Barragem do Cabril), onde este descansa antes de continuar a sua descida.</p><p>O Zêzere é responsável pela maioria das atividades que dependem da utilização de água, na encosta sul da Serra da Estrela, como por exemplo a pecuária, utilização como praia e outros efeitos recreativos, como as barragens, entre outros.</p><p>Aproveite para ver este rio ao vivo. No Hotel da Montanha existem diversas atividades que podem ser realizadas neste rio. Venha conhecer este encantador rio enquanto aproveita as suas merecidas férias!</p>								</div>
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		<title>Sertã &#8211; Uma Vila cheia de História</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Aug 2022 13:08:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Sertã é uma vila portuguesa localizada no distrito de Castelo Branco, subdividida em 10 freguesias. Fica num vale xistoso, onde existe uma predominância de pinheiros bravos, e mais recentemente, de eucaliptos. A margem oeste do concelho é banhada pelo rio Zêzere, mais especificamente pelas barragens do Cabril, da Bouçã e do Castelo de Bode, [&#8230;]]]></description>
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									<p>A Sertã é uma vila portuguesa localizada no distrito de Castelo Branco, subdividida em 10 freguesias. Fica num vale xistoso, onde existe uma predominância de pinheiros bravos, e mais recentemente, de eucaliptos. A margem oeste do concelho é banhada pelo rio Zêzere, mais especificamente pelas barragens do Cabril, da Bouçã e do Castelo de Bode, enquanto o restante é banhado pela Ribeira da Sertã. A vila tem como ponto mais alto a Serra do Cabeço Rainho, chegando aos 1080m.</p><p>Esta magnífica vila acompanhou ao longo dos séculos a passagem por vários povos, desde Romanos, Lusitanos, Árabes, entre outros, continuando a ser habitada nos dias de hoje.</p><p>Existe ainda uma lenda de Sertã conhecida como A Lenda de Celina, onde se diz que houve um ataque Romano ao Castelo de Sertã, onde o chefe do castelo faleceu. Quando a esposa do mesmo soube da triste notícia estava a fritar ovos numa frigideira quadrada (sertage). Para vingar a morte do marido e proteger o castelo, a mesma subiu às ameias e com o utensilio cheio de azeito a ferver, despejou-o sobre os inimigos obrigando-os a recuar e impedindo-os de entrar. Diz-se que foi devido a esse incidente que foi criado o nome da cidade.</p><p>Se está curioso para ver este famoso castelo, dê uma saltada a Sertã e conheça pessoalmente a sua história.</p>								</div>
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		<title>Onde se localiza Pedrógão Pequeno</title>
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									<p>No centro de Portugal, entre Castelo Branco e Coimbra, encontra-se a Rede das Aldeias de Xisto, onde conta com 27 aldeias de 16 concelhos, constituído essencialmente por montanhas de xisto, fazendo parte da identidade do território. Devido a essas pedras, aldeias que antes estavam em ruinas agora são um destino turístico premiado. Quem habita estas aldeias é tão acolhedor que se lhes dermos conversa, saímos de lá com a história da vida de lá.</p><p>A Vila de Pedrógão Pequeno, também conhecida como Aldeia do Xisto, está situada na margem esquerda do rio Zêzere, perto da barragem do Cabril e conta com 753 habitantes (dados de 2011).</p><p>Esta vila tem uma história bastante vasta, começando muito antes de Cristo, sendo que existem monumentos romanos ainda presentes na mesma, que aumentam as riquezas existentes em Pedrógão Pequeno. Sendo uma das “aldeias brancas” das Aldeias de Xisto, Pedrógão Pequeno contém sólidas paredes espessas, que demonstram uma relação intima com o campo, resistindo á passagem do tempo. Existem várias coisas a explorar nesta magnifica aldeia, como por exemplo a via romana, a ponte Filipina do Cabril, um pelourinho, os edifícios particulares de diferentes séculos (desde o século XV até ao XX), a Cantina Escolar Manuel Ramos, o antigo Hospital da Misericórdia, a Ponte do Ribeiro, o Edifício da Junta de Freguesia, diversas capelas, entre outros monumentos existentes pelos arredores.</p><p>Se gostar de história e for um amante da natureza, então não vai querer perder esta aldeia linda e cheia de memórias. E se estiver a procura de um sítio para relaxar depois desta incrível visita á aldeia, venha descansar no Hotel da Montanha.</p>								</div>
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		<title>Uma História de amor com Beirão</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Oct 2021 13:04:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sabia que o Licor Beirão teve as suas origens numa bonita história de amor? Sim, é verdade, tudo começou por uma história de amor. E quem não gosta de uma boa história de amor? Esta, é uma história rica, cheia de romance e aventuras inesperadas. Tudo começou nos finais do séc. XIX, quando um caixeiro-viajante [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="3712" class="elementor elementor-3712" data-elementor-post-type="post">
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									<p><strong>Sabia que o Licor Beirão teve as suas origens numa bonita história de amor?</strong></p><p>Sim, é verdade, tudo começou por uma história de amor. E quem não gosta de uma boa história de amor? Esta, é uma história rica, cheia de romance e aventuras inesperadas. Tudo começou nos finais do séc. XIX, quando um caixeiro-viajante se enamora pela filha de um farmacêutico da Lousã e acabam por casar. O caixeiro viajante era Luíz Pinho que viu nos elixires que eram vendidos na farmácia para problemas de estômago, uma oportunidade de negócio, visto que em 1910 entra em vigor uma lei que proibe a venda de alcoóleos nas farmácias, e pegou nas receitas destes elixires e montou uma pequena fábrica de licores. Foi somente em 1929 que este elixir ganhou nome, após o Congresso Beirão de Castelo Branco: Licor Beirão! No entanto foi em 1940 após a fábrica ser posta a venda, que José Carranca Redondo a compra sob uma condição: que a sua namorada aceitasse casar consigo, e assim foi, o contrato é assinado a 11 de Março de 1940 e a 05 de Outubro desse mesmo ano casam-se! Quando a fábrica abriu, tinham cerca de 70 produtos disponiveis, mas José Carranca percebeu que era preferivel especializar-se em dois ou três realmente bons do que dispersar dessa maneira.</p><p><br />Os tempos eram no entanto muito conturbados e em tempos de guerra não era fácil vender licores, e foi precisamente por esse motivo que Carranca Redondo teve a coragem e visão de perceber que a propaganda poderia fazer toda a diferença. Assim, deu inicio a uma campanha massiva dispersa pelas estradas e cafés de norte a sul de Portugal e que deu a conhecer o Licor Beirão já na década de 50.</p>								</div>
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															<img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="533" src="https://hoteldamontanha.com/wp-content/uploads/2026/07/uma-historia-de-amor-com-beirao-2.png" class="attachment-large size-large wp-image-3594" alt="" srcset="https://hoteldamontanha.com/wp-content/uploads/2026/07/uma-historia-de-amor-com-beirao-2.png 1000w, https://hoteldamontanha.com/wp-content/uploads/2026/07/uma-historia-de-amor-com-beirao-2-300x200.png 300w, https://hoteldamontanha.com/wp-content/uploads/2026/07/uma-historia-de-amor-com-beirao-2-768x511.png 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" />															</div>
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									<p><strong>&#8216;Que Licor, senhor doutor!&#8217;</strong></p><p>Sabiam que foi o Licor Beirão que deu inicio aos primordios da publicidade e merchandising em Portugal? Quem se lembra das iconicas réguas de madeira, autocolantes, chapéus de palha e slogans que ficavam no ouvido? Todos estes materiais eram feitos na fábrica (os marceneiros que faziam das caixas de madeira que transportavam as garrafas eram os mesmos que produziam as réguas), pois sendo um produto ainda bastante sazonal, aproveitavam os trabalhadores para produzir estes materiais e assim promover a marca de uma forma diferenciada e tão querida para o público. Também os outdoors fizeram furor, sendo que o mais icónico da época foi a célebre tabuleta de madeira com um passarinho que anunciava o Licor Beirão com a Serra da Lousã em pano de fundo.</p><p><img loading="lazy" decoding="async" src="https://hoteldamontanha.com/downloads/repo/26-0.jpg" alt="Caixas antigas de madeira" width="211" height="282" />  </p><p> </p><p>Curiosidade: um dos anúncios que marcou a história da publicidade em Portugal com a frase &#8216; o Beirão de quem todos gostam&#8217;. Houve um professor primário que disse a José Carranca: &#8216;oh Carranca, não é o beirão de quem todos gostam, é o beirão de que todos gostam, o &#8216;que&#8217;<br />refere-se a coisas e o &#8216;quem&#8217; refere-se a pessoas. Ao que o Sr. Licor, como era conhecido, terá respondido &#8216;mas é isso mesmo que eu quero, que se refira a pessoas!&#8217;. Em pleno salazarismo poderia ter dado mau resultado, mas reza a história que Salazar terá achado piada ao atravimento e comentado com o secretário, Solari Alegro, com ligações familiares à Lousã: &#8216;O homem tem alguma graça&#8217;.</p>								</div>
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									<p>E assim é um pouco da história do Licor de Portugal, e como ela se entrelaça com a nossa região e continua a fazer sucesso pelo mundo fora até aos dias de hoje.</p>								</div>
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		<title>Nossa Senhora da Confiança</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2021 13:01:00 +0000</pubDate>
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									<p>A Capela de Nossa Senhora da Confiança está localizada num monte próximo da vila de Pedrógão Pequeno, e de onde se tem uma vista fenomenal da Barragem do Cabril, assim como da Serra da Lousã, Sicó e nos dias em que o céu está mais limpo, conseguimos avistar até a Serra da Estrela.</p><p>De construção imemorável, crê-se que terá sido contruida sobre os restos de um castro pré-lusitano por volta do Séc. XIII por um nobre cavaleiro que, segundo consta estando sob prisão e a caminho de Coimbra, pernoitou numa cela da Cadeia de Pedrogão Pequeno, e que alegava ser vitima de intrigas da Corte, e no seu desespero resolveu rezar, suplicando à Virgem Maria a protecção e confiança na sua inocência; assim, olhando para o monte em frente, teve a visão do aparecimento entre estrelas da imagem de Nossa Senhora. Nesse momento, prometeu ali mandar construir uma ermida a que, após a sua absolvição, deu cumprimento, sob a invocação de Nossa Senhora da Confiança. O edificio actual foi constuido em 1906 por ordem da familia Conceição e Silva.</p><p>A atual capela possui linhas simples e é composta por uma só nave, com coro, sobre a entrada principal. Os seus altares são de grande valor pela sua talha antiga, a qual pertenceu ao antigo Convento de Santo António da Sertã. Nos altares, estão representados São Jorge, São Francisco de Assis e Nossa Senhora da Confiança (altar-mor).</p><p><br />Sendo uma capela com gestão especial, não esclusivamente paroquial, nela não é celebrada missa regularmente, só em ocasiões festivas, ou casamentos e baptizados. Todos os anos porém são realizadas as festividades em honra da Nossa Senhora da Confiança durante os dias 7, 8 e 9 de Setembro.</p><p>Contamos assim com a sua visita!</p>								</div>
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		<title>Uma viagem pela gastronomia da Sertã</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2021 12:59:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sabia que, já em 1624, o missionário Oleirense, António de Andrade, o primeiro ocidental a escalar os Himalaias e a chegar ao Tibete, nos relatos da sua expedição e abordando os costumes daquelas gentes, realça o facto de não esfolarem os carneiros e cabras que comem, mas antes comerem-nas com a pele chamuscada, tal como em Oleiros?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="3702" class="elementor elementor-3702" data-elementor-post-type="post">
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									<p>Muitas são as opções gastronómicas desta região, que comprovadamente se sabe tem pestiscos deliciosos, aqui fica uma breve viagem pela gastronomia da Sertã e os seus pratos mais caracteristicos.</p><p>Começamos obviamente pelos Maranhos, cuja origem no concelho faz-nos recuar até ao século XIX. O seu modo de preparação requer saber e experiência, dada a especificidade da receita. Lava-se o bucho de carneiro/cabra com água a ferver, raspando-se muito bem. Corta-se aos bocados, que se cosem com uma linha de forma a obter uns sacos. À parte, miga-se em bocadinhos bastante pequenos carne de carneiro/cabra ou cabrito, chouriço, presunto e bastante hortelã muito <br />picadinha. Tempera-se com sal, pimenta e vinho branco, e fica assim de um dia para o outro. No dia seguinte, enchem-se até meio de sacos, depois de ter misturado o arroz cru bem lavado. Põem-se a cozer em água com sal e hortelã, depois de fechadas as aberturas com agulha e linha.</p><p>A segunda iguaria é o Bucho Recheado, trazido para o município pelos sertaginenses que faziam as colheitas no Alentejo. Porém, apuraram a receita de modo diferente: cortam-se as carnes em pedaços, tempera-se com alho, sal e vinho branco. Faz-se um refogado com cebola picada, azeite, óleo e margarina, cravinho de cabeça, uma folha de louro, um raminho de salsa e um dente de alho. Depois de refogado misturam-se as carnes e deixam-se guisar, quando começam a querer alourar mistura-se a marinada. Tapa-se o tacho e deixa-se cozer. Se começar a secar deita-se um pouco de vinho branco ou água. De seguida as carnes cozidas tiram-se para fora, coze-se o arroz onde a carne guisou. Após o arroz cozido, bem aberto, retira-se o tacho do lume e mistura-se o pão, por fim os ovos bem batidos. Vai de novo ao fogo para cozer os ovos, mexendo sempre para não pegar. No fim de tudo isto, mistura-se a salsa picada, o sumo de laranja e limão. Enche-se o bucho de porco, previamente lavado e bem seco com um pano, não muito para não rebentar. Cosem-se as aberturas com a agulha, picam-se dois ou três dentes de alho, um bocadinho de colorau e um pouco de azeite. Esfrega-se o bucho com esse preparado e leva-se a tostar em forno bem quente cerca de meia hora. Vai-se picando com agulha para não rebentar.</p><p>Para estômagos mais fortes, sugerimos o Prato de Grão com Massa. Nada mais fácil de preparar: na véspera põe-se o grão de molho e no dia seguinte coze-se o grão com a carne de porco e chouriço. Quando a carne e o grão estiverem cozidos, retira-se a carne e o chouriço, os quais são cortados aos pedaços, indo novamente misturar-se ao grão. Logo a seguir acrescenta-se o arroz e a massa, deixando cozer novamente, sendo servido de imediato.</p><p>Referência também para a Cacholada. Este acompanhamento também chamado de sarrabulho, é próprio da altura da matança do porco. Corta-se o entretinho (véu que envolve as tripas) e o fígado do animal em pedaços, temperando-se apenas com sal. Põe-se azeite numa frigideira, frita-se o entretinho e, de seguida, o fígado. Tira-se para fora, pica-se a cebola bem picadinha e aloura-se naquela gordura. O sangue de porco que já foi cozido esmaga-se com as mãos e mistura-se com a cebola. Tempera-se com sal a gosto. Acompanha-se com febras de porco fritas, morcela, entrecosto e uma batatinha cozida e hortaliça. Na travessa é colocado em montinhos.</p><p>Na secção dos peixes, destacamos o Ensopado de Peixe do Rio à Moda da Foz da Sertã, uma receita bem característica desta zona da freguesia de Cernache do Bonjardim. Desde logo, põem-se os temperos todos numa panela ou tacho que vai ao lume, deixando refogar muito bem, até a cebola estar lourinha. Logo que o refogado esteja pronto põe-se vinho branco até ferver, juntando-se ainda um bocadinho de água. Neste molho já preparado coze-se o peixe tirando-o logo que esteja cozido. <br />Seguidamente miga-se pão às fatias finas para o mesmo molho, mexendo tudo bem mexido até desfazer um pouco o pão. O peixe vai a servir acompanhando este ensopado.</p><p>Da mesma região é o Peixe do Rio em Molho de Escabeche. Para começar, é preciso arranjar o peixe, escamá-lo e tirar-lhe as vísceras; passa-se depois por água limpa e tempera-se com sal. Numa frigideira larga põe-se óleo e um pouco de azeite, deixa-se aquecer bem; passa-se o peixe por farinha de trigo e frita-se. No molho onde fritou o peixe põe-se cebola às rodelas, alho migado, umas folhas de louro, uma pitada de sal e picante ao gosto, depois de alourar põe-se vinagre e deixa-se ferver mais um pouco. Deita-se este molho por cima do peixe já frito antecipadamente. Vai à mesa quente ou frio acompanhado com batatas cozidas e salada.</p><p>Para entrada destacamos a Sopa de Pão. O seu modo de confecção não é difícil: corta-se pão às lasquinhas e sobrepõem-se em camadas num prato sopeiro. Num tacho põe-se a ferver um chouriço em água temperada de sal. Depois de cozido corta-se às rodelas fininhas e colocam-se por cima das sopas de pão, assim como uns raminhos de hortelã. Por último deita-se água a ferver, sobre as sopas e tapa-se o recipiente por alguns minutos.</p><p>Os mais gulosos têm também motivos de sobra para vir ao concelho da Sertã. Os Cartuchos de Amêndoa à Moda de Cernache são a estrela da companhia. Para fazer a massa, deve colocar-se a farinha numa tigela. Por cima deita-se a manteiga derretida. A seguir juntar um ovo de cada vez. Amassar tudo muito bem. Estende-se a massa com o rolo, corta-se aos quadrados. Forram-se exteriormente as formas em feitio de cartucho, pincela-se com ovo batido e polvilham-se de amêndoa ralada na máquina, mas que fique grossa. Vão ao forno a cozer. Para o recheio, é necessário deitar 4 dl. de água num tacho juntamente com o açúcar, e deixar ferver até fazer ponto de espadana. Junta-se-lhe a amêndoa ralada. Logo que ferver, retirar do lume, deixar ferver, até engrossar. (O lume deve ser fraco e vai-se mexendo sempre). Com este recheio enchem-se os cartuchos e estão prontos a servir.</p><p>As Merendas Doces são outra das sobremesas típicas da zona, apesar de a sua confecção estar muito confinada aos meses de Outubro e Novembro (época dos Santos).Contudo, hoje em dia é já possível encontrá-las à venda fora dessa época. O preparado requer muita atenção: amassa-se a farinha com um pouco de água quente (onde se junta o sal). Adiciona-se a erva doce, a canela e o fermento que se desfaz com um pouco de água quente e farinha, antes de juntar a massa. Amassa-se bem, deixa-se depois de repousar umas horas, em sítio abrigado, até estar finta (levedada). Vai-se aquecendo o forno (geralmente não tão quente como o do pão). Tendem-se as merendas, barram-se por cima com gema de ovo. Metem-se no forno.</p>								</div>
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									<p>Para os que quiserem provar alguns destes pratos, os restaurantes do concelho da Sertã são uma excelente opção.</p>								</div>
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		<title>E porque o calor aperta, vamos a mergulhos no Interior?</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2021 12:53:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sim, também há excelentes praias no interior maravilhoso que o nosso País tem. Venha daí explorar as praias do nosso interior e traga os miúdos, prometemos que todos vão adorar!   Albufeira do Cabril Barragem do Cabril, Pedrógão Grande Na fronteira entre o concelho da Sertã e o de Pedrógão Grande, numa linha que separa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="3697" class="elementor elementor-3697" data-elementor-post-type="post">
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									<p>Sim, também há excelentes praias no interior maravilhoso que o nosso País tem. Venha daí explorar as praias do nosso interior e traga os miúdos, prometemos que todos vão adorar!</p><p> </p><ol><li>Albufeira do Cabril</li></ol><p>Barragem do Cabril, Pedrógão Grande</p><p>Na fronteira entre o concelho da Sertã e o de Pedrógão Grande, numa linha que separa os distritos de Leiria e Castelo Branco, esta barragem é o destino perfeito para aproveitar o melhor que o rio Zêzere tem para oferecer. Na albufeira, resultado de uma das maiores represas do País, funciona também o Clube Náutico de Pedrógão Grande, que oferece passeios de barco, canoa e caiaque. O local dispõe ainda de uma rampa de acesso a embarcações com capacidade para cerca de 20 barcos. A pesca, em especial de achigã, é outra das atividades possíveis neste local, conhecido também por acolher provas de triatlo.</p>								</div>
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									<ol start="2"><li>Fragas de São Simão</li></ol><p>Casal de São Simão, Figueiró dos Vinhos</p><p>A praia fica a 15 minutos a pé (pelo percurso pedestre) da Aldeia de Casal de São Simão. A água da ribeira de Alge, que passa a caminho do Zêzere, é tão límpida que se vislumbram as pequenas pedras, no seu interior. A abundância de loureiros e de sobreiros proporciona ao ar uma fragrância reconfortante e o verde das serras circundantes, que nos conduzem à serra da Lousã, envolve-nos num cenário belíssimo. No local, existe um miradouro para que se possa usufruir em plenitude das paisagens da zona. A praia fluvial fica entre duas imponentes fragas, onde é praticada escalada com diversas vias equipadas, rappel ou slide. As pedras mais “pequenas” são usadas como solário ou prancha de mergulho.</p>								</div>
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									<ol start="3"><li>Mosteiro</li></ol><p>Mosteiro, Pedrógão Grande</p><p>Uma praia que também é Aldeia do Xisto, banhada pela ribeira de Pera. Tem grandes espaços verdes, uma zona extensa de água e uma pequena cascata com riacho, perpendicular à zona fluvial. Os pinhais são altos e densos, proporcionando sombras bastante frescas e agradáveis. Esta praia fluvial oferece aos seus visitantes um conjunto de atividades de cariz cultural e desportivo.</p>								</div>
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									<ol start="4"><li>Ribeira Grande</li></ol><p>Sertã</p><p>Praia fluvial enquadrada numa vasta área urbana com vários recursos de lazer e desporto para toda a família. Por estar localizada no centro da vila, esta praia permite belos passeios urbanos e culturais. Possui bar com esplanada, estacionamento para bicicletas, zona de lazer, estacionamento e parque de merendas com grelhador.</p>								</div>
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									<ol start="5"><li>Rocas</li></ol><p>Castanheira de Pera</p><p>Complexo de lazer, animação e divertimento situado num lago com quase um quilómetro de extensão, bem no coração de Castanheira de Pera. Uma ilha no centro da praia, uma piscina de ondas (a maior do País), uma albufeira e uma ponte secular criam um ambiente especial, onde é possível desfrutar de ondas… a 80 quilómetros da costa atlântica.</p><p>Nas águas límpidas da ribeira de Pera pode-se também passear de barco a remos ou em gaivotas.</p>								</div>
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									<ol start="6"><li>Troviscal</li></ol><p>Sertã</p><p>O isolamento, a calma e o contacto com a natureza são os encantos desta praia, localizada na ponte do Troviscal, em plena ribeira da Sertã, afastada de qualquer localidade.</p><p>A unidade balnear conta com um bar, sanitários com acesso facilitado a pessoas portadoras de deficiência motora e de embarcações para aluguer. Para além do bar de apoio, a praia possui parque de merendas, com diversas mesas, bancos e churrasqueira. O espaço foi desenvolvido a pensar nas crianças, através da implementação de uma zona fluvial de baixa profundidade e de um pequeno parque infantil.</p>								</div>
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		<title>Descubra mais sobre o Ponto 17 da N2</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2020 12:51:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ponto 17 da N2 é, nada mais nada menos, do que Pedrogão Grande, um concelho no distrito de Leiria, localizado na região da Beira Interior.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O ponto 17 da N2 é, nada mais nada menos, do que Pedrogão Grande, um concelho no distrito de Leiria, localizado na região da Beira Interior.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Em Pedrogão Grande poderão encontrar 2 fantásticas barragens: a barragem do Cabril que poderá contemplar a partir do nosso Hotel, e a barragem da Bouçã localizada na freguesia da Graça. Estes foram dois elementos que alteraram fortemente a região ao contribuírem para um clima mais ameno. No concelho para além da barragem também a ponte romana é um elemento de elevado interesse turístico assim como as praias fluviais.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Nas barragens do Rio Zêzere vários são os locais onde encontrar zona de praia fluvial. No entanto também no Mosteiro a praia fluvial é um local a não perder. Neste local o rio foi transformado numa espécie de piscina com um fundo de pedra. Em qualquer um destes locais poderá ter acesso a comes e bebes nos pequenos bares que se encontram na área.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Caso seja fã de atrações religiosas, no Ponto 17 da N2 poderá encontrar a Capela da Misericórdia, contruída no Séc. XV, tendo atualmente um museu de arte sacra com retábulos raros em Portugal.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A Nacional 2 tem imenso para oferecer, quer faça a viagem toda de uma vez ou visite os seus pontos um a um. Qualquer que seja a sua escolha, o Hotel da Montanha estará sempre de portas abertas para lhe permitir um momento de descanso e relaxamento.</p>
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		<title>Caminhos de Xisto da Sertã</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2020 12:49:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Venha descobrir um dos caminhos de Xisto da Sertã.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O percurso 3 da Sertã é constituído por 10,1kms circulares que têm início junto à Escola Básica do 1º Ciclo da Quintã. No total deverá demorar cerca de 4 horas para completar o percurso no qual um dos desafios serão as subidas e descidas. O ponto mais alto do percurso encontra-se a 339 metros acima do nível médio do mar e o ponto mais baixo a apenas 125 metros acima do nível médio do mar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo do percurso poderá encontrar locais merecedores da sua atenção. A apenas 330 metros do ponto de partida poderá encontrar o Casarão da Quintã. Uma construção que data de à, aproximadamente, 100 anos. A história conta que a casa pertenceu a um nobre dono da maior parte dos terrenos que, atualmente, correspondem à Quintã. Um pouco mais à frente poderá contemplar a fantástica Capela de S.Bento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A meio da sua aventura e para não desmotivar, encontrará o Moinho da Ribeira onde a beleza da paisagem o fará recuperar a energia. É também um ótimo local para parar e recuperar o folgo aproveitando os baloiços que se encontram no local. Por fim, para terminar em grande, a apenas 2100 metros do fim do percurso encontrará a uma bela e calma lagoa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desafiamo-lo a aventurar-se pelos caminhos deste percurso e a vir relaxar no nosso Hotel no fim do dia.</p>
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